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Herpes Labial, Herpes Zóster e Herpes Genital



Herpes Genital, Herpes Zóster e Herpes Labial. Apesar de nomes parecidos, nada têm em comum!

Conheça o Herpes Labial

Saiba causas, prevenções, tratamentos e qual a sua relação com Herpes Genital e Herpes Zóster que embora parecidas, nada tem em comum!

O Herpes, quase sempre nos lembra as pequenas bolhas em torno dos lábios que incomodam pela vermelhidão, ardência e coceira. Mas não apenas esses sintomas se mostram transparentes na Herpes, um vírus que embora pareça banal, pode evoluir se não tratada. E desde já é legal informar que apesar do nome comum, há grandes diferenças entre o herpes simples (labial ou genital) e o herpes zóster.

Herpes Labial

Conhecendo mais o Herpes

O herpes labial, genital e zóster são provocados por uma classe de vírus chamada herpes vírus humanos (HSV), mas apesar de apresentarem mecanismos de ação semelhantes, eles guardam diferenças clínicas importantes.

O herpes simples tipo 1 está associada principalmente, ao herpes labial, da mucosa oral e da face, já o herpes simples tipo 2 está mais ligado ao herpes genital.

Nota: Há casos de Herpes Labial associado ao herpes simples tipo 2 e vice-versa.

Já o herpes zóster é uma doença mais grave, sem relação com o Herpes simples, sendo provocada pelo vírus Varicella Zóster, o mesmo da catapora.

O que é o Herpes Labial?

O Herpes Labial é uma doença de origem viral, caracterizada por ulcerações vesículo bolhosas na pele, ao redor dos lábios e região nasal, normalmente dolorosas, duram por volta de 15 dias.

A incidência do Herpes Labial é alta, cerca de 20% a 40% da população mundial apresenta herpes labial recorrente, acreditando que 90% dos adultos apresentem sorologia positiva para o herpes simples (HSV-1).

Fatores de Risco do herpes labial

Alguns fatores de risco são:

  • Ser do sexo feminino;
  • Ter idade avançada;
  • Apresentar infecções frequentes do trato respiratório superior;
  • Doenças sistêmicas que diminuem a quantidade de linfócitos (as células de defesa do organismo).

A primeira infecção pelo HSV-1 é mais comum em crianças e adultos jovens, mas o herpes labial recorrente atinge mais adultos.

Primeiros sinais de aparecimento do Herpes Labial

Após o contágio, existe uma fase de incubação do vírus, que dura em torno de 10 a 15 dias.  Após esse período, algumas pessoas podem apresentar a primo-infecção herpética ou estomatite herpética primaria.

Essa fase e marcada por manifestações clínicas, como, mal estar, dores de cabeça, febre, perda de apetite e alterações nos gânglios linfáticos.

A seguir, podem surgir bolhas na boca, nos lábios e na pele chegando na região nasal. Depois as bolhas se rompem, formando pequenas feridas extremamente dolorosas e com possível sangramento. Os sintomas normalmente desaparecem em cerca de 15 dias, apesar da severidade da manifestação.

Herpes Labial

Fatores que desencadeiam o Herpes Labial

Diversos fatores podem desencadear uma o herpes labial, a manifestação do herpes labial pode aparecer depois de:

  • Exposição solar intensa;

  • Febre;

  • Infecções do trato respiratório superior;

  • Período pré-menstrual;

  • Estresse psicológico;

  • Um trauma local decorrentes de cirurgias odontológicas;

  • Procedimentos dermatológicos estéticos, como laser ou dermoabrasão.

Há cura para o herpes Labial?

Não existe uma cura definitiva para o herpes labial, mas é possível controlar a doença. Pacientes com crises recorrentes ou severas podem recorrer à medicamentos antivirais para diminuir o tempo e a intensidade da infecção.

Porém, os medicamentos anti-herpéticos têm uma ação limitada no controle das recidivas e o uso frequente pode determinar casos de resistência viral.

O mais novo deles, como o cloridrato de lisina por outro lado, pode ser administrado de forma regular, prolongada e segura. Afinal, o aminoácido está presente em nossa alimentação, sendo um tratamento muito seguro!

Mas como todos, os medicamentos devem ser sempre utilizados quando receitados por um médico ou cirurgião dentista.

O Herpes pode comprometer o sistema nervoso central, as lesões também podem sofrer infecções bacterianas secundárias, agravando ainda mais. Muitas pessoas têm infecção sem desenvolver lesões na pele ou mucosas. São os portadores, que apesar de não desenvolver a doença, eliminam grande quantidade de partículas virais na ausência de lesões clínicas. Isso pode infectar outras pessoas por meio do beijo, sexo oral ou compartilhamento de copo e talheres.

Herpes Labial

Herpes Genital

Alterações genéticas diferenciam o vírus que causa o Herpes Genital daquela que provoca o Herpes Labial. Há pessoas que não manifestam os sintomas e outras que têm crises recorrentes, com a formação de lesões bem características nos genitais. A transmissão pode ocorrer no sexo oral, anal, na penetração vaginal.

Nota: A utilização de preservativos é de grande importância para se evitar o contágio.

Herpes Zóster (Varicela zoster)

Ocorrência maior entre idosos, o Herpes Zóster é causado pelo mesmo vírus que o da catapora. Pode ocorre a partir dos 50 anos, devido ao envelhecimento do sistema imunológico, o vírus causa uma lesão de pele, que segue o trajeto do nervo. É uma lesão avermelhada, com vesículas e uma dor muito forte

O Herpes Zóster tem mais efeito sobre a qualidade de vida das pessoas pois pode evoluir para uma dor crônica.

Pode também atingir nervos importantes, como o nervo óptico, o que pode levar à perda da visão, mas felizmente, existe uma vacina que diminui o risco de Herpes Zóster em até 60%.

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